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Software Social E O Seu Contributo Para O Ensino E Aprendizagem - Um Estudo Da Australian Flexible Learning Framework (Parte II)
 
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4 June 2012

Software Social E O Seu Contributo Para O Ensino E Aprendizagem - Um Estudo Da Australian Flexible Learning Framework (Parte II)

"O Software social" permite às pessoas encontrar-se, ligar-se ou colaborar através de uma discussão mediada por computador e formar comunidades on-line. Em sentido alargado, este termo pode englobar médias antigos, tais como listas de mailing, mas alguns restringem o seu significado a géneros mais recentes de software como os blogues e wikis."

(Fonte: Wikipédia)

social_software_learning.jpg
Crédito da Imagem: Rob Marmion

Na primeira parte deste artigo apresentámos o software social e analisámos o seu impacto em indivíduos e organizações. Descobrimos a forma como as tecnologias identificadas como "software social" (p. ex. blogues, wikis e podcasts) estão a moldar a forma como a comunicação acontece - tanto on-line como offline - enaltecendo e aproveitando o poder da interacção "humana", em vez da tecnologia que o possibilita.

Mas o que acontece quando o software social sai das escolas e colide com práticas estabelecidas de ensino e aprendizagem? Como podem os professores ter êxito em estimular a curiosidade dos estudantes que pertencem à geração da Internet?

No seguinte artigo republicamos o segundo excerto de um excelente relatório lançado pela Australian Flexible Learning Framework, que é totalmente dedicado particular atenção ao fenómeno do software social e o impacto na no ensino e aprendizagem da Geração Net.

Leia mais:

 

Contributo para um bom ensino e aprendizagem: benefícios para clientes


Nos últimos anos notou-se um crescimento de interesse no uso de software social para a partilha de conhecimento no ensino e aprendizagem. Por trás deste interesse tem estado:

  • o rápido (por vezes exponencial) crescimento no uso do software social, no geral por todos os grupos etários, mais especificamente pela "Geração Net".
  • a tomada de consciência por parte de educadores e especialistas de ensino que as ferramentas de software social são válidas e úteis na oferta de ambientes virtuais de ensino que permitam a interacção social necessária para a criação de conhecimento, partilha e colaboração em projectos.

Para estes profissionais envolvidos no ensino e aprendizagem foi fundamental:

  • uma nova compreensão da natureza distributiva do conhecimento através da teoria do Conectivismo. O software social permite ligações a redes globais de formas interessantes que promovem a partilha de conhecimento.

  • uma compreensão das formas a partir das quais os alunos podem usar eficazmente ferramentas de software social para criar conhecimento. Isto é baseado numa aproximação Construtivista ao ensino, onde o papel do professor é facilitar e conceber ambientes de ensino que desafiam a forma de pensar das pessoas e reconhecem que os modelos mentais individuais fazem sentido através da interacção
  • o desenvolvimento de "comunidades ad-hoc" (O’Hear em Downes, 2006) onde o software social está a tornar-se na plataforma de gestão de ensino preferida. Por exemplo, os três tipos de comunidades de White (2006) que agora agem na blogosfera

  • a relativa facilidade de utilização, acesso e baixo custo do software social

Um forte apoio para a utilização para o uso do software social na educação está a aparecer. As observações recolhidas realçam a percepção de alguns educadores, que estas ferramentas providenciam aos alunos ambientes interessantes, divertidos e adaptáveis que vão de encontro a estes e aonde a aprendizagem é mensurável (tanto formativamente como sumativamente).

A natureza do software social como plataforma de entrega de 'conteúdos direccionados para o utilizador' em formatos multimédia está a ser reconhecido pelos inovadores como uma forma estratégica de atingir a autonomia de ensino. Os indícios apontam que o uso do software social no ensino e aprendizagem pode permitir uma maior fluidez e autenticidade na interacção social do que seria possível antes com sistemas de gestão de ensino (também chamados de Learning Management Systems).

Bartlett-Bragg (2006) desenvolveu um modelo pedagógico, para iniciar os alunos no uso do software social, que contém cinco caminhos para o desenvolvimento de redes de ensino (veja a Figura 2). O modelo não está concebido para ser linear e Bartlett-Bragg identifica três tipos de inibidores que podem influenciar a progressão através desses caminhos: a infra-estrutura tecnológica organizacional, indivíduo/aluno e pedagógico. O Establishment Pathway (o caminho) "está sempre presente em todos os níveis do modelo" e, Bartlett-Bragg insiste que o

"Aconselhamento e apoio por parte do educador é essencial neste caminho, pois qualquer desafio tecnológico e má compreensão de conceitos pode captar a atenção do aluno e tornar-se numa barreira inultrapassável se não for confrontada."


Figura 2: Caminhos para desenvolver redes de ensino - um modelo pedagógico (clique na imagem acima para aumentar)

Gotts (2006) testou a pedagogia de Bartlett-Braggs no seu Diploma de e-Learning através do Tropical North Queensland TAFE. Ela realça a sua utilidade, especialmente no início do curso. Poucos estudantes chegaram ao Nível 5 do modelo de Bartlett-Braggs, com a maioria dos blogs dos estudantes a ficarem pelo Nível 3.

Nesta estágio inicial de utilização do software social na formação profissional (sobre o qual incide o estudo), existem indícios de que o ensino, mesmo ministrado desta forma, é ainda controlado pelos professores. Contudo, quem exerce a formação profissional está confiante que o software social dá uma oportunidade para que a aprendizagem seja centrada no aluno. Concordou-se, nos grupos de estudo, que este deveria ser um processo negociado e colaborativo implementado faseadamente.

A fase inicial depende da possibilidade dos alunos assumirem a responsabilidade pela sua aprendizagem, com muitos a precisar de direccionamento inicial. No outro extremo, tornam-se alunos mais confiantes e mais confiantes com as tecnologias; aceitando maiores responsabilidades.

Foi considerado que alguns dos alunos mais jovens habituados à tecnologia poderão tornar-se professores em relação ao melhor uso das tecnologias de software social. Isto relaciona-se com o conceito de "reverse mentoring", que é uma prática empresarial que está em uso desde 2000 em empresas tradicionais dos EUA (p. ex. Procter and Gamble); executivos de meia-idade são ensinados sobre os mistérios da Internet por jovens trabalhadores (Greengard 2002).

Apropriado, autêntico e relevante foram as palavras utilizadas por participantes de grupos de foco sobre o contributo do software social nas boas práticas de ensino e aprendizagem. A situação tem que ser real e não manipulada e o software social deve ser apropriado ao contexto - à actividade de ensino e ao grupo alvo.

Outros contributos do software social para boas práticas de ensino e aprendizagem valorizados pelos clientes, citados pelos participantes do estudo, incluíam:

  • permite uma maior participação nas actividades de ensino. O uso do áudio e introdução de histórias em texto/imagem fomenta e desenvolve as habilidades de literacia

  • aumenta a flexibilidade para os estudantes e professores

  • apela à "Geração Net"

  • permite a escolha e variedade na forma como os alunos apresentam o seu trabalho

  • revitaliza os professores e as suas atitudes

  • dá acesso ao conhecimento colectivo

  • liga alunos distanciados

  • facilita a adaptação do ensino às necessidades dos alunos

  • dá métodos alternativos de avaliação, por exemplo o uso de moblogues é indicado para alunos com baixa literacia e poucas habilidades matemáticas. Podem contar histórias (reunir provas) através do uso de uma série de fotografias

  • dá acesso a pessoas incapacitadas

  • aumenta o conhecimento tecnológico e capacidades dos estudantes e professores

  • inspira um conhecimento para toda a vida.

Alguns comentários adicionais dados pelos inquiridos neste estudo incluem:

" Acredito que o resultado mais valioso do meu uso de software social foi o despertar do interesse nos meus alunos. Eles adoram partilhar o seu trabalho e publicá-lo on-line e foram capazes de se inserirem no processo de aprendizagem em rede - demasiado valioso a partir de uma perspectiva de aprendizagem ao longo da vida para ser quantificado! Os alunos mais tímidos foram capazes de contribuir melhor on-line. Analisei isto através da observação do número de respostas dadas pelos estudantes durante uma aula.

O podcasting ajudou os alunos adultos com dificuldades de concentração a concentrarem-se. Também aumentou a sua confiança ao ponto de estudantes que não participavam começaram a dar comentários e ideias para as aulas. Criando uma História Digital sobre a sua vida num Programa de Férias Escolares, transformou uma criança autista que não comunicava com outras crianças num comunicador regular."


Talvez o comentário de Rosa Ochoa reúne melhor os benefícios para o cliente:

"Tornou-se numa nova dimensão, uma quinta habilidade (ouvir, falar, ler, escrever e bloguing /podcasting) e um meio extra. Não mudei muito a forma que ensino. Sempre tentei integrar características de tópicos/género/linguísticos no meu ensino. O blogging/podcasting está integrado no processo de ensino e aprendizagem.”




Escolher software social para se adaptar à actividade de aprendizagem


Para ajudar quem exerce a formação profissional a pensar sobre como usar melhor as ferramentas de software social, foi pedido aos inquiridos que usaram software social na sua tarefa de ensino, para recomendarem que actividades de ensino eram mais indicadas às diferentes ferramentas. (Veja a tabela 5)

O grupo de actividades identificadas na Tabela 5 e a possível aplicabilidade das diferentes tecnologias sugere que o uso do software social é indicado para vários níveis de Taxonomias de Bloom, isto é, conhecimento, compreensão, aplicação, análise, síntese e avaliação.


Tabela 5: Ferramentas de software social recomendadas para actividades de aprendizagem (clique na imagem acima para aumentar)

Mais respostas dos contadores de histórias e participantes dos grupos de atenção sugerem que os blogues são particularmente apropriados para a reflexão, registo e desenvolvimento de confiança em escrita e Inglês para estudantes para alunos sem bases de Inglês.

Os wikis são ideais para projectos de colaboração, com o possível anonimato a dar aos estudantes mais confiança para participar. Os professores estão a usar os blogues e wikis para publicarem programas de estudo, requisitos de trabalhos e avaliações, além das suas análises.

O contar de histórias digitalmente e a publicação de fotos mostram ser ferramentas para incluir os alunos "excluídos" e nativos das tecnologias, tal como o podcasting e o mobloguing, com o último a ser usado também para avaliações "de campo".

As conferências virtuais estão a ganhar popularidade à medida que se reconhece a sua eficácia como um espaço de aprendizagem para estudantes afastados. A possibilidade de suportar voz e texto, espaço de escrita colaborativo e demonstrações através de ligações a sítios Web ou ao computador do professor tornam-na numa poderosa ferramenta de aprendizagem para a "sala de aula virtual".

Não houve indícios de que as metodologias mais tradicionais de ensino e aprendizagem não fossem apropriadas. Pelo contrário, é recomendada uma metodologia híbrida seleccionando a estratégia e tecnologia apropriada ao contexto.




O software social para grupos específicos, disciplinas de ensino e níveis de qualificação


24 inquiridos deram as suas recomendações para a utilização de ferramentas de software social de acordo com grupos de alunos específicos. As ferramentas mais recomendadas em todos os grupos eram os blogues, publicação de fotografias e histórias digitais. Em relação à juventude, todas as ferramentas ficaram melhor classificadas do que noutros grupos. 3D teve a pior classificação em todos os grupos, mas foi o mais recomendado para jovens. (Veja a tabela 6)


Tabela 6: Ferramentas de software social recomendadas para grupos de alunos específicos (clique na imagem acima para aumentar)

De facto, dados de outras fontes sugerem que alunos já tecnologicamente instruídos demonstram um grande interesse e rápido domínio da multimédia e novas tecnologias. Usar o software social dá-lhes a capacidade de ter a sua voz/música/cultura ouvidas e directamente estão relacionados com o uso de imagens.

A variedade de disciplinas de ensino e níveis de certificados mostrados nas exemplares histórias sugere que o software social pode ser usado numa variedade de contextos de ensino. As histórias cobrem um grupo de disciplinas desde a horticultura a administração empresarial e os níveis de certificados variam entre Cursos Escolares a Diplomas.

Igualmente, Parker publicou na wiki de pesquisa um conjunto de links para exemplos de como o software social está a ser usado nas transacções com os alunos. Estas incluem: entrevistas com alunos de refrigeração; wikis e blogues das aulas e ligações a redes de professores. Millea et al (2005) definiu que as vantagens para o uso das ferramentas de software social para entrega de conteúdos estão:

"na sua capacidade de entregar os conteúdos de forma multi modal. Isto tem várias vantagens - permite que os conteúdos sejam entregues de formas que melhor se adaptem a diferentes formas de aprendizagem; conteúdos adicionais podem ser criados para diferentes níveis de capacidades, como material de extensão, actividades suplementares ou em formatos alternativos para estudantes com incapacidades."




Avaliar e analisar o impacto do software social nos resultados da aprendizagem dos estudantes


Aos inquiridos foi pedido que comentassem sobre como avaliam o impacto do software social nos resultados da aprendizagem dos estudantes. Duas metodologias foram evidenciadas nos seus comentários:

  1. Usar o software social como ferramentas tanto formativas como de análise. Exemplos incluíam a contagem digital de histórias, blogues (como ferramenta de reflexão), wikis, fóruns de discussão, podcasting e ferramentas como a Technorati para analise/estatísticas de sítios Web.

  2. Usando métodos tradicionais de avaliação formativa e analítica. Exemplos incluíam fichas de avaliação, entrevistas, grupos de atenção e estudos escritos formais.

As seguintes dimensões da experiência de aprendizagem foram incluídas como áreas de análise e avaliação pelos inquiridos:

  • a capacidade do aluno em usar ferramentas de software social

  • acesso à tecnologia de uma forma inclusiva

  • empenho no ensino social/competências sociais/ empenho no ensino (na generalidade)




O diferente papel dos professores


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Aos contadores de histórias foi pedido para comentarem sobre como professores, como o seu papel mudou desde a introdução do uso do software social com os seus estudantes.
Para um novo professor (Robin Petterd) o software social já fazia parte das suas ferramentas. Talvez este facto indique como uma nova geração de professores já está a trazer o software social para a experiência de aprendizagem. Outros comentários relativos à alteração de papéis foram:

"Teve um grande impacto na forma como trabalho. Comunico mais rapidamente através de tecnologias móveis, mensagens instantâneas e interesso os alunos na produção de recursos. Há mais interacção nos grupos de alunos".

Joanna Kay

"[Sou um] - guia e explorador – coisas novas para uso apropriado. Novas fronteiras tanto para clientes e facilitadores. Entrando em novos ambientes; um demonstrador - modelo e instrutor/guia de utilização; suporte - para criação de material/conteúdo. Co-editor - de material criado; suporte de aprendizagem para alunos independentes."

Georgina Nou

"Papel do técnico de TI: Este é um papel que precisa de ser executado sempre que se trabalha com computadores em pequenos espaços universitários. Papel do moderador: De particular importância quando lida com a juventude. Não tive problemas com a publicação de fotografias menos apropriadas, apenas comentários menos próprios a serem publicados nos moblogues de cada um. Pode ser difícil de detectar inicialmente."

Gary Lienert

"O meu papel de ensino é agora um de facilitador, dando conselhos, ajudando os estudantes a fazerem ligações sociais e de conhecimento; mais confiantes na tecnologia para fazer ligações com os nossos estudantes. Isto significou um aumento nas nossas capacidades; mudança de "plano mental" de um facilitador, de quem "controla" o processo de aprendizagem - ao início isto requer mais aconselhamento, mas o resultado são alunos e partilhadores mais confiantes."

Allison Miller e Jacinta Ryan

"Mais um facilitador e mentor."

Rosa Ochoa




Resumo


Os resultados sugerem que quem exerce o VET começaram a testar a aplicabilidade do software social nas suas práticas de ensino de várias maneiras. Nesta altura, as indicações mostram que ainda estão no início e que são "pioneiros".

A prática está a começar a informar a teoria e o que constitui um saudável ensino e aprendizagem está a tornar-se num tema de conversa. Tal como o uso de software social para a partilha de conhecimento e desenvolvimento de capacidades, autenticidade, relevância e correspondência foram considerados os factores críticos.

Defensores do uso do software social no ensino e aprendizagem vêm-no como uma eficaz "ferramenta na sua mala de ensino" a ser usada em conjunto com outras tecnologias e estratégias mais tradicionais de ensino - um método híbrido.

“…lembra[ndo] que as tecnologias da Web 2.0 são fazem parte das muitas ferramentas de e-learning que podemos usar e também apenas uma das ferramentas que podemos usar no ensino (por vezes outras estratégias de ensino são melhores). Finalmente, tal como qualquer estratégia de ensino, resume-se à escolha da melhor ferramenta para o resultado desejado e não usar a tecnologia porque sim."
Sue Waters, Challenger TAFE




Este artigo é um excerto do relatório originalmente chamado "Networks, Connections and Community: Learning with Social Software”, escrito por Val Evans, em colaboração com Larraine J Larri. Foi reproduzido com a permissão do Australian Flexible Learning Framework.

Leia a Parte I: Software Social: O Que É E Como Afecta Indivíduos E Organizações



Sobre os autores

Val Evans é o presidente da Val Evans Consulting e investigador no campo do software social. O relatório foi escrito em colaboração com Larraine J Larri da Renshaw-Hitchen and Associates Pty Ltd.




Sobre o Australian Flexible Learning Framework

A estratégia de e-learning da formação nacional, o Australian Flexible Learning Framework (Framework), financia Redes para permitir aos professores e formadores de toda a Austrália partilhar conhecimento e sobre assuntos de e-learning prementes. O Networks Community Forum é um lugar onde profissionais de educação e formação podem-se reunir para aumentar o seu desenvolvimento profissional em relação à inttegração de tecnologia ne educação e formação. Registe-se aqui. ‘E-Trends’ é o tema do evento on-line de Junho, a ter lugar nos dias 19 e 20 de Junho. Este programa inclui cerca de 14 sessões assíncronas de aulas ao vivo e várias discussões assíncronas.



Créditos das Imagens

Professor e criança: Leah-Anne Thompson

Val Evans - Livia Iacolare -
Reference: Australian Flexible Learning Framework [ leia mais ]
 
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